Eu já estive do lado de quem paga a conta do anúncio.
Comecei a vender pela internet aos 17 anos, com uma loja online que faturou cerca de R$ 70 mil em três meses. A margem era baixa, e foi ali que aprendi a lição que guia meu trabalho até hoje: faturamento não é lucro.
Em fevereiro de 2021 saí de Manaus para Florianópolis com pouco dinheiro e nenhum cliente. No segundo dia na cidade, abri a Folem Mídia, que roda sem parar desde então. O primeiro contrato era de R$ 300 por mês. Os seguintes vieram por indicação de quem viu o resultado.
Em paralelo à Folem Mídia, virei sócio de uma loja de moda feminina que tinha dez anos de loja física. Cuidei da estratégia e de todo o marketing, levamos as vendas para o online e a operação chegou a faturar entre R$ 200 mil e R$ 300 mil por mês, até ser vendida em 2024.
Também rodei ofertas próprias de infoproduto e, nas temporadas em que morei na Europa, atendi empresas na Itália, na Espanha e em Portugal sem deixar os projetos do Brasil. Hoje, além da Folem Mídia, sou sócio estratégico em duas empresas.
Por isso não olho só para o anúncio. Olho para o negócio inteiro, porque já precisei fazer o meu dar lucro.